sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Quando se fala em Sustentabilidade, as pessoas normalmente pensam, apenas, na preservação do meio ambiente e dos espécimes em extinção. Na verdade, a sustentabilidade vai muito além disso, pois abrange um conceito mais ampliado, que insere também a figura do homem e, consequentemente, sua preservação. Para isso, surgiu o conceito de sustentabilidade social, que se preocupa em promover ações voltadas para o resgate da cidadania da pessoa humana, garantindo seus direitos universais: saúde, educação, moradia, trabalho, etc. Para um processo sustentável, o bem-estar do homem é objetivamente necessário, pois é ele o principal responsável por implementar as demais ações de sustentabilidade que garantirão o futuro para a sua e para as novas gerações.
A dimensão social da estabilidade destaca o papel dos indivíduos e da sociedade nos processos de preservação do Meio Ambiente e garantia do desenvolvimento sustentável. Nesse caso, a sustentabilidade social está ligada intimamente à ideia de bem-estar, clarificando quais as funções dos indivíduos e das organizações e produzindo estabilidade social. Os principais benefícios obtidos através das ações de sustentabilidade social são: garantia da autodeterminação e dos direitos humanos dos cidadãos; garantia de segurança e justiça, através de um sistema judicial fidedigno e independente; melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, que não deve ser reduzida ao bem-estar material; promoção da igualdade de oportunidades; inclusão dos cidadãos nos processos de decisão social, de promoção da autonomia da solidariedade e de capacidade de autoajuda dos cidadãos; e garantia de meios de proteção social fundamentais para os indivíduos mais necessitados.
Várias são as ações de caráter social sustentável que são promovidas, anualmente, por governos, empresas e instituições civis (o chamado “Terceiro Setor”): programas de combate à fome, de formação profissional gratuita, de geração de emprego e renda e de promoção da saúde em comunidades carentes são exemplos da enorme variedade de alternativas de manutenção do bem-estar do homem. A essas ações ainda podem ser agregadas outras, voltadas à questão ambiental. No Estado do Rio, por exemplo, há o Programa de Microbacias Hidrográficas, financiado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), voltado para as pequenas propriedades de agricultores familiares, que recebem recursos para investir na sua produção, com a contrapartida de promover ações de recuperação de áreas degradadas, preservação permanente e a melhoria na quantidade e qualidade das águas. A ideia também foi aplicada em outros estados: em São Paulo, 90 mil famílias rurais são atendidas.
Sustentabilidade social é isso: promover a pessoa humana, principal ferramenta a ser utilizada na garantia da preservação do planeta, com desenvolvimento econômico, ambiental e social.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013














 
A Educação Ambiental no Brasil, deveria ser embasadas em leis que determinassem que fossem de cunho obrigatório ter-se essa disciplina nas grades curriculares de qualquer curso e principalmente ser incluída na carga horária de escolas de ensino infantil, fundamental e médio. Quando se fala em reciclagem, sustentabilidade dá se a entender que o Brasil está realmente muito preocupado, mas a população não se mostra tão preocupada assim, ou pelo menos o quanto seria necessário ser.
Quando falamos em Educação Ambiental crítica, podemos observar que mesmo que as questões ambientais, ou problemas ambientais não poderão ser resolvidos de uma só vez, nós enquanto "moradores" desse planeta temos sim que nos conscientizar de que se começarmos essa Educação Ambiental nas escolas, poderemos assim formar cidadãos críticos e conscientes de que se for feito algo pelo ambiente com conscientização por todos, assim conseguiremos diminuir e/ou sanar os problemas.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A partir dos dois artigos Correção política e biodiversidade: a crescente ameaça das “populações tradicionais” à Mata Atlântica e Populações Tradicionais” e a proteção dos recursos naturais em unidades de conservação  lidos e discutidos, podemos concluir que há sim, uma preocupação com a conservação da natureza á muito tempo. A grande questão ao meu ver, é que mesmo com essa preocupação que vem vindo desde as “populações tradicionais”, não se tem feito muita coisa para tentar sanar o problema, ou mesmo em tentar diminuí-lo.
            Quando no texto cita que “ as chamadas ‘populações tradicionais’ teriam um longo histórico de convivência simbiótica com os ecossistema, sendo ‘conservacionistas natas’ por definição. ” entendo que esses povos tradicionais não degradam o meio ambiente tanto quanto o homem que vive em uma sociedade contemporânea. Um individuo classificado como tradicional usa recursos naturais somente para sua subsistência e após consumido, ele irá plantar novamente se manter, ou seja eles exploram desses recursos de maneira sustentável. Já um indivíduo contemporâneo não tem essa preocupação, pois além dele consumir exageradamente, gerando um grande desperdício, ele pode ir a um comércio e estar trocando aquele produto apenas por dinheiro.